Saturday, April 29, 2006

Um, dois, três...respirar fundo e tentar fazer de novo....

A professora que me perdoe, mas não sairá igual ao que fiz antes...

Os pontos principais da apresentação realizada pela equipe da qual eu fiz parte juntamente com: Juliana, Mirian, Renata, Rosileide e Verônica; cujo texto tratava sobre Planejamento de Ensino foram:

A importância de se realizar um planejamento, pois o ato de ensinar não se baseia no improviso.
Tratamos também da questão de que o planejamento de ensino e aprendizagem deve ser realizado coletivamente.
Outro aspecto levantado pela equipe é a questão de que todo professor deve construir seu póprio planejamento, e não se apropriar de um que já esteja pronto, pois ele deve ter como premissa os objetivos a serem alcançados com seus alunos. Deve também considerar que não deve estabelecer objetivos baseados em alunos idealizados, uma vez que a realidade da maioria dos estudantes da rede pública é totalmente diferente de um aluno que possua recursos pra estudar, alimentar-se, e ser acompanhado pela família nos estudos. Então, "o Planejamento do Ensino deve considerar os valores, os saberes e as experiências práticas que eles possuem, selecionando e organizando os conteúdos do ensino coerentemente com essas condições".
Explanamos a importância de o professor conhecer um pouco das experiências de vida destes estudantes, dos conteúdos já vistos por eles em sala, de suas dificuldades. Para estabelecer os conteúdos adequados pra se trabalhar em sala.
Bem, também tratamos sobre Projetos Escolares e sua utilização em algumas escolas como: meio de levar os alunos até ela, como base para todas as atividades de ensino e de aprendizagem planejadas pelos professores para serem desenvolvidas em sala de aula. Resultaria em um trabalho interdisciplinar. E isto faria do Projeto algo criado coletivamente como no caso do Planejamento. Ainda falando sobre Projetos Escolares, tiramos dúvidas de um de nossos colegas, Vinícius, a cerca do que viria a ser esta atividade.
Explicamos que o Projeto é um processo a longo prazo, uma vez que o mesmo pode ser modificado de acordo com as mudanças ocorridas no ambiente escolar, com seus alunos e com a comunidade. É preciso observar as mudanças que vão ocorrendo, acompanhar o desencadeamento das ações, perceber seus resultados e, quando necessário, modificar os rumos do projeto.
Deve ser incentivado as críticas por parte dos alunos, uma autocrítica pelos professores que estão acompanhando o desencaminhar do Projeto. Foi suscitado se a comunidade pode interferir através de críticas? Sim, a comunidade deve avaliar o Projeto, pois muito contribuirá para o desenvolvimento da mesma.
Como nõa deixaria de ser entrou em questão durante a apresentação o "apego" do professor ao livro didático no momento de lecionar. Consideramos que muitos utilizam-se do índice do livro pra preparar o seu "Planejamento de Ensino".
Falamos sobre que pra se ensinar não precisa ser entre quatro paredes, podemos fazer aulas tão agradáveis aos olhos do alunos pra prender assim sua atenção. Diversificar as ações, procurar levar o novo aos ouvidos curiosos deles, sair do lugar comum.

Apresentação realizada pela equipe três constituída por: Ive, Joana, Joselice, Maria Teresa, Marinalva e Vinicius.
Pense em uma apresentação que provocou muitas risadas. Vinicius quis mostrar aos futuros professores que há diferentes maneiras de se dar aula, devido a suas danças e gesticulações que só comprovam sua irreverência.
O texto desta equipe foi sobre: O ensino e as condições iniciais dos alunos.
Pontos importantes na apresentação desta equipe foram:

O que viriam a ser conhecimentos prévios, e desta forma dismistificando a idéia de que seriam conteúdos que os professores da série anterior ensinou e que os alunos deveriam ter aprendido, e que por sua vez o professor da atual série terá que revisar.
Com o conceito devidamente explicado, eles falaram sobre a necessidade de definir quais viriam a ser os conhecimentos prévios de seus alunos, a fim de criar o Planejamento de Ensino que fosse mais conviniente. Uma vez que eles se depariam com alunos com deficiência
em determinados assuntos e até com alunos que nem deveriam estar presentes naquela ou em outra série. Quando se sabe o que o aluno conhece, passamos a ter um melhor noção de como devemos ajustar as propostas de ensino às condições iniciais.
As colegas Marinalva e Ive deram exemplos de como se realizar avaliações mediadora.


A última equipe a se apresentar foi a de Lisiane e Lorena, que tiveram como base a entrevista do professor Luckesi.
Muito interessante os pontos que ele tratou com o pessoal da Revista Nova Escola. Aqui vão eles:

Luckesi falou da questão de que nosso método avaliativo ser tão tradicional que remete as práticas realizados por professores de alguns tantos anos atrás.
Que o vestibular acaba receitando ao professor quais serão os conteúdos programáticos que eles deverão utilizar, dispensando qualquer Plano de aula. Uma vez que é a partir do Ensino Fundamental que as Escolas começam a se comprometer com o vestibular. Com toda está preocupação com os processos seletivos, talvez as Instituições devam se preocupar com práticas pedagógicas construtivistas, para que não pareça que os alunos estão sendo treinados a responder a perguntas de maneira estereotipada. Baseado-se com o que se cobra no vestibular.
Afirmou que as avaliações reprovam, excluem, selecionam e classificam os estudantes por meios de um critério de notas e pontos. Diagnosticando se o aluno deve ou não ser aprovado. O que convêm dizer que ela não averigua os conhecimentos do estudante.
Um aspecto também interessante dentre os que foi apresentado pelas meninas, foi que Luckesi se perguntava se alguns professores realizavam um mecanismo de punição com seus alunos, assim como os professores deles fizeram, quando os castigavam tirando ponto por mau comportamento. Isto viria a ser um tratamento psicológico?




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